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Memorial Noronhense
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Localizado na praça em
frente à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, esquina
com a estrada de acesso à Fortaleza dos Remédios, o
Memorial Noronhense está sediado numa
antiga construção civil de grande porte. Através
dos tempos, o prédio serviu como residência de funcionários
do presídio, como aquartelamento
de soldados e como depósito de mantimentos. Abandonado chegou
a ruína total, sendo restaurada
em 1990, quando então foi incluída no plano de criar-se
um Terminal Turístico que atendesse às temporadas dos
cruzeiros marítimos, inaugurados naquele ano.
Por esse tempo, abrigou a Diretoria de Turismo e parte
do Museu e Arquivo Histórico da Ilha. Em 1998, com recursos
do Ministério do Meio Ambiente
e Recursos Hídricos Renováveis, esse espaço foi
adaptado para abrigar o Memorial Noronhense – Espaço
Cultural Américo Vespúcio.
Desde então, tem se constituído uma atração
a mais no arquipélago, sendo a fonte de repasse da história
da ocupação humana insular.
Na sala expositiva, estão reunidas informações
históricas constituídas de
reproduções fotográficas do século XIX
e XX, além de plantas e mapas do século XVII e XVIII.
Em 2003, o entorno da edificação foi registrado no Cadastro
Nacional de Sítios Arqueológicos –CNSA-, do Instituto
do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional.
Sem uma identidade institucional definida conceitualmente,
suas funções foram aparecendo e diluindo ao sabor das
administrações. Atualmente,
o Memorial Noronhense encontra-se em fase de reestruturação.
Para tal, adotamos o patrimônio
histórico (arquivístico, arquitetônico e arqueológico),
como tema transversal da estrutura organizacional do
Memorial Noronhense, assumindo como missão, conforme seu Plano
Diretor (2005), a
tarefa de contribuir para o desenvolvimento autosustentável,
fomentando o avanço do conhecimento científico sobre
o patrimônio histórico
insular e o estabelecimento de uma
relação preservacionista dinâmica e interativa
entre o patrimônio e a sociedade. O eixo sobre o qual o trabalho
do Memorial Noronhense deverá centrar
sua organização, nesta nova fase, será a difusão
dos conhecimentos já adquiridos
nas diversas fontes históricas e a coleta de novos dados por
meio de projetos que reforcem as relações de parceria
com a sociedade insular e brasileira. |
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dos arquivos:
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Plano Diretor (2005) |
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